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Ensino à distância vencendo barreiras

Ensino à distância

O Ensino a Distância é uma alternativa de ensino que as pessoas têm encontrado para adquirir seu diploma e para conciliar tempo e horários a limitações em época de pandemia e de quarentena.

O público alvo do EAD é de pessoas que precisam fazer o tempo virar dinheiro ou o dinheiro virar tempo, aprendendo em um caso e em outro, conciliando profissão, vida acadêmica e família, sempre.  No ensino à distância, o aluno monta seu horário de estudos. A liberdade que se ganha é mágica: sábados, domingos e dias úteis podem ser utilizados e modelados conforme a conveniência do usuário/estudante.

Com um computador com acesso a internet e conhecimentos básicos de informática, o aluno de qualquer idade consegue acesso ao ensino á distância. É a verdadeira inclusão digital. Ferramentas on line vão cuidar da indispensável iteração entre aluno e professor e a troca de ideias entre vários estudantes fica assegurada por chats e aplicativos de mensagens. Tem dúvidas? Elas serão tiradas ao vivo pelos professores ou depois em canais privados de bate papo. Seja qual for a disciplina ou o curso, sempre vai ser gostoso estudar a distância.

Tem mais uma vantagem toda especial no EAD: ele é bem mais em conta, muito mais barato e acessível a todos os bolsos e classes econômicas e sociais, seja qual for o seu endereço e em qualquer canto do Brasil e do mundo. Viram? Foi isso o que quisemos dizer com verdadeira inclusão digital!  E não vai ser por isso que seu diploma não vai valer, viu? A instituição que ministra os cursos à distância, é claro e evidente, já está credenciada pelo MEC tanto para te informar e ensinar, quanto para te diplomar.

Mas afinal, como surgiu essa modalidade de Ensino?

 

Os registros mais remotos de uma experiência EAD são de um curso por correspondência em 1728! De lá para cá, aconteceram muitas mudanças tecnológicas. Se no começo da história do EAD o foco estava nos cursos profissionalizantes, hoje essa modalidade está disponível em todos os níveis de escolaridade, desde o ensino fundamental até a pós-graduação.

No Brasil, o EAD surgiu com cursos de qualificação profissional. O registro mais remota data de 1904, com um anúncio nos classificados do Jornal do Brasil de um curso de datilografia (para usar máquinas de escrever) por correspondência.

Na década de 1920, o Brasil já contava com os primeiros cursos transmitidos pelas ondas do rádio, a novidade tecnológica da época. Os estudantes utilizavam material impresso para aprender Português, Francês e temas relacionados à radiodifusão.

Nas décadas de 1940 e 1950 começaram os cursos mais formais, sobre temas profissionalizantes, liderados pelo Instituto Monitor, depois pelo Instituto Universal Brasileiro e pela Universidade do Ar, patrocinada pelo Senac e pelo Sesc. Até hoje algumas dessas instituições permanecem ligadas à formação profissional através de cursos à distância.

Nas décadas de 1960 e 1970 surgem várias iniciativas de EAD em projetos para ampliar o acesso à educação, promover o letramento e a inclusão social de adultos. Com o passar do tempo, os cursos agregaram outros níveis de ensino, como o fundamental completo. E no final da década de 1970 começou em Brasília a primeira experiência de EAD nos cursos superiores.

Nesse período, muitos brasileiros já acompanhavam os famosos telecursos, transmitidos pela TV, que até hoje são conhecidos. Esse modelo de EAD convivia com os formatos antigos, como o material impresso e o rádio, uma característica que se mantém até a década de 1990. A partir de então, as instituições passam a utilizar a internet para publicar conteúdos e promover interações.

Foi nesse período que várias universidades formalizaram suas iniciativas EAD, até culminar na criação, em 1996, da Secretaria de Educação a Distância (SEED), do Ministério da Educação (MEC).

Naquele mesmo ano o EAD no Brasil passou a contar com uma legislação abrangente que hoje garante, por exemplo, a validade de diplomas emitidos pelos cursos nesta modalidade.

 

EAD – eficiência e preços acessíveis

 

Atualmente o EAD é uma forma de estudar eficiente e barata consolidada no Brasil.

São mais de 1.800 cursos, desde o ensino fundamental até a pós-graduação, que atendem a quase 4 milhões de pessoas.

Tendências apontam que a experiência de aprendizagem será cada vez mais híbrida. Ou seja, uma pessoa pode fazer um curso presencial e ter uma carga horária de atividades a distância (e vice versa). De um ou outro jeito, a interatividade do estudante com colegas e instrutores garante a eficiência da aprendizagem.

Mas o que vale mesmo é entender que educação é fundamental, e que, em quaisquer momentos da vida é primordial estudar, se aprimorar, buscar e renovar conhecimento, não é mesmo??? Esta é uma outra pegada importante do EAD: através do ensino a distância, muita gente madura volta a estudar de maneira mais fácil e descomplicada.

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